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Sustentabilidade na gestão de empresas, uma tendência?

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), constituem os pilares basilares de uma sociedade moderna e equilibrada, capaz de gerar emprego e riqueza, respeitando, em simultâneo, a natureza e os direitos humanos.

“As empresas são um parceiro vital para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. As empresas podem contribuir através das suas atividades principais e instamos as empresas do mundo inteiro a avaliar os seus impactes, definir objetivos ambiciosos e comunicar os resultados de forma transparente.”  

   – Ban Ki-moon, Secretário Geral das Nações Unidas à data do lançamento dos ODSn Ki-moon, Secretário Geral das Nações Unidas à

Para a concretização da Agenda 2030 determinada pela ONU com referência aos ODS, é imperativo que as empresas integrem estas metas nas suas tomadas de decisão e que contribuam com o seu poder de inovação para um futuro mais sustentável e inclusivo.

 

Benefícios

As empresas podem utilizar os ODS enquanto enquadramento global para moldar, orientar, comunicar e relatar as suas estratégias, objetivos e atividades, permitindo-lhes capitalizar um leque de benefícios tais como:

  • Identificar futuras oportunidades de negócio, em mercados em crescimento e que poderão beneficiar de soluções inovadoras;
  • Aumentar o valor da sustentabilidade corporativa através dos incentivos económicos a uma mais eficiente utilização de recursos e da internalização das externalidades;
  • Fortalecer as relações com os stakeholders e acompanhar o ritmo do desenvolvimento das políticas públicas, antecipando a gestão de riscos legais e de reputação;
  • Estabilizar sociedades e mercados, salvaguardando o sucesso dos negócios em sociedades pujantes, com mercados regulamentados, sistemas financeiros transparentes e instituições não corruptas e eficientemente geridas;
  • Utilizar a mesma linguagem e um propósito comum para uma comunicação mais eficaz com os stakeholders a respeito dos seus impactes e desempenhos.


A sustentabilidade resulta da junção de pequenos atos, que em conjunto, têm o poder de tornar o consumo convencional num consumo ético.  Deverá existir uma preocupação em garantir que as matérias-primas tenham a sua origem principal nos subprodutos da indústria, ou, quando não é possível, que seja proveniente de fontes sustentáveis, por exemplo, com consumos de água e energia mais baixos.

A estratégia e posicionamento, traduz-se também em ações que se foquem na minimização do uso de recursos energéticos e matérias-primas, bem como na redução de desperdícios, devendo incorporá-los sempre que possível no processo produtivo. 

O investimento em fontes de energia alternativas e limpas será um aspeto relevante a considerar.  A procura por fornecedores de energia limpa e escolha de equipamentos energeticamente eficientes, deve fazer parte da estratégia empresarial que dá resposta aos objetivos ambientais da empresa, seja em produtos ou serviços.

Sustentabilidade na gestão de pessoas

Não existe sustentabilidade corporativa sem mediação do comportamento humano. Este será o driver do resto do processo de sustentabilidade da empresa. É necessário promover e desenvolver competências nos trabalhadores, de forma a que estejam alinhados com os valores e visão da empresa, mantendo uma experiência de trabalho o mais positiva possível. Mais do que um comportamento direcionado, deseja-se um comportamento propositado, onde as pessoas passem de figurantes a protagonistas. Desta forma, promovem-se os melhores embaixadores da empresa. É nesta realidade empresarial de futuro, que assenta também a sustentabilidade.

Uma tendência, inclusive nos estudos sociais, que vai dar muito que falar, estudar, adaptar e aprender.

Porquê?

Porque temos empresas e uma sociedade com hábitos culturais e sociais enraizados que é necessário trabalhar primeiro.

Qual é o líder que está preparado para renunciar a uma parte do seu poder?

Se já é difícil liderar pelo exemplo, conseguir evocar o melhor que há nos outros, de forma a ser até melhor que o líder, é um verdadeiro desafio e feito.
Já não se trata de gerir as melhores pessoas, mas o melhor nas pessoas. É imperativo ter um auto conhecimento e auto controlo muito aprofundados para concretizar uma liderança assente nestes valores. Como se trabalha isto? Com investimento em algum desenvolvimento pessoal. As empresas são feitas de pessoas, os líderes e gestores, incluídos.

Olhar de forma diferente para as coisas, com outras perspetivas, transformando isso numa missão multiplicadora para a sustentabilidade.

Impõem-se alguns desafios dentro das empresas, onde se incluem planos de sucessão e substituição. Garantir a sustentabilidade é também garantir que o conhecimento está dentro da empresa sem comprometer o know how interno. Identificar, acompanhar e desenvolver pessoas faz parte do processo. 

Neste contexto, o mais importante é construir algo e determinar quais são as competências necessárias a desenvolver.  Ou seja, é necessário definir políticas e práticas em todos os níveis do organograma. No panorama atual passa por, desenvolver competências digitais básicas, capacidade de liderança em níveis intermédios ou superiores, trabalhar o relacionamento entre chefias e colaboradores, gerir pessoas que não estão fisicamente próximas e adaptação a novas formas de trabalho.

Já existem empresas a trabalhar os seus ODS e a sua sustentabilidade há algum tempo, de forma muito responsável e com resultados consideráveis.

Considere a possibilidade de manter as funções que assim o permitam a funcionar remotamente. Estará a dar um passo significativo no cumprimento de alguns objetivos de desenvolvimento sustentável. Tem dúvidas? Avalie os  resultados e desempenho dos últimos meses na sua empresa, depois tome decisões baseadas em factos. 

Explorar novos modelos de negócio, que ajudem à rentabilidade, é um desafio constante, e a sustentabilidade nas suas diferentes vertentes é a grande oportunidade, além de poder tornar-se um fator de diferenciação.

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